SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***

Bonita a tensão criada mas momento assustador sobretudo para quem não sabe nadar e acha um terror essas tempestades no mar.
ResponderEliminarBoa Tarde.
Obrigada, L.
EliminarO susto também cabe na poesia :) Aliás, creio que não há nada que não caiba na poesia...
Abraço
Tou indo
ResponderEliminarPasso a ir lá directo
ResponderEliminar(já li, está como de costume, belo e certo)
Obrigada, Rogério.
EliminarAbraço apertado para ti e Teresa
ResponderEliminarAnónimo
26.08.20
Maria João
Depois da tempestade, vem a bonança.
E depois da tormenta vem este poema a alegrar todos.
Gostei muito.
beijinhos
Piedade Sol
http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/