UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo
Quis falar do Mondego e, na verdade, É desta foz do Tejo que vos falo, E cresce cá por dentro a voz que calo Pr`a conter as saudades sem saudade. Solta-se o sonho oblíquo à claridade E a linha de horizonte é um cavalo Que não sei se lá está, se imaginá-lo É mera ilusão de óptica, ou vontade, Pois galopa um poente à beira Tejo Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo Por estarem tão além do meu futuro Que, do que vi, me sobra o claro espanto De um cavalo-solar que aqui levanto Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro. Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h

Bonita a tensão criada mas momento assustador sobretudo para quem não sabe nadar e acha um terror essas tempestades no mar.
ResponderEliminarBoa Tarde.
Obrigada, L.
EliminarO susto também cabe na poesia :) Aliás, creio que não há nada que não caiba na poesia...
Abraço
Tou indo
ResponderEliminarPasso a ir lá directo
ResponderEliminar(já li, está como de costume, belo e certo)
Obrigada, Rogério.
EliminarAbraço apertado para ti e Teresa
ResponderEliminarAnónimo
26.08.20
Maria João
Depois da tempestade, vem a bonança.
E depois da tormenta vem este poema a alegrar todos.
Gostei muito.
beijinhos
Piedade Sol
http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/