UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google

Bonita a tensão criada mas momento assustador sobretudo para quem não sabe nadar e acha um terror essas tempestades no mar.
ResponderEliminarBoa Tarde.
Obrigada, L.
EliminarO susto também cabe na poesia :) Aliás, creio que não há nada que não caiba na poesia...
Abraço
Tou indo
ResponderEliminarPasso a ir lá directo
ResponderEliminar(já li, está como de costume, belo e certo)
Obrigada, Rogério.
EliminarAbraço apertado para ti e Teresa
ResponderEliminarAnónimo
26.08.20
Maria João
Depois da tempestade, vem a bonança.
E depois da tormenta vem este poema a alegrar todos.
Gostei muito.
beijinhos
Piedade Sol
http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/