NAS TUAS MÃOS
Fotografia de Carlos Ricardo * NAS TUAS MÃOS * Nas tuas mãos eu, ave, te confesso Que esvoaço, sucumbo e, já rendida, Procuro nessas mãos uma guarida Em que a chama que sou não tenha preço * Eu, ave, só te entrego o que não peço: Submeto-me à carícia prometida Nas asas da loucura em mim escondida Que tu não sonharás e eu nem meço * E que outra ave marinha ofertaria Tanta e tão profundíssima alegria, Que outra alma se daria em seda pura? * As tuas mãos… quem mais se atreveria A desvendar-lhes sede e fantasia Para enchê-las de amor e de ternura? * Maria João Brito de Sousa Maio 2007 ***

Bonita a tensão criada mas momento assustador sobretudo para quem não sabe nadar e acha um terror essas tempestades no mar.
ResponderEliminarBoa Tarde.
Obrigada, L.
EliminarO susto também cabe na poesia :) Aliás, creio que não há nada que não caiba na poesia...
Abraço
Tou indo
ResponderEliminarPasso a ir lá directo
ResponderEliminar(já li, está como de costume, belo e certo)
Obrigada, Rogério.
EliminarAbraço apertado para ti e Teresa
ResponderEliminarAnónimo
26.08.20
Maria João
Depois da tempestade, vem a bonança.
E depois da tormenta vem este poema a alegrar todos.
Gostei muito.
beijinhos
Piedade Sol
http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/